Teatro da Palmilha Dentada | 5 de Janeiro

No dia 5 de Janeiro, recebemos Ricardo Alves, Rodrigo Santos e Ivo Bastos, do Teatro da Palmilha Dentada, numa Conversa do Tanque em que é de esperar o inesperável.

O Teatro da Palmilha Dentada foi formado na cidade do Porto em 2001. Desde de então tem-se dedicado à criação e apresentação de dramaturgias originais. Tendo como principal vector da sua estética o humor tem no entanto abordado temas complexos como o medo, a culpa, a morte, em espectáculo onde a contemporaneidade social é o pano de fundo.

Ao longo dos seus dez anos de existência estreou espectáculos como: “O medo que o General não tinha”, “O Guardião do rio”, “7:am”, “A Cidade dos que Partem”, “Norma”,“Bucket”,“Armadilha para Condóminos”, “O Menos Mau das noites Nocturnas de Um Par de Dois” “Piratas do Fio de Água”, etc.

A sua história tem sido também marcada pela criação de espectáculos de café teatro, com os quais realizam digressões nacionais. Entre 2003 e 2005 apresentaram na Antena Um programas diários de humor sobre a actualidade: “O enigma” e o “Palmilha News”.

Em 2012, após dez anos de existência, iniciará um novo ciclo passando a ser a companhia residente do Teatro Helena Sá e Costa no Porto, tendo já previstas a realização de quatro temporadas.

Ricardo Alves começou a sua actividade profissional no Teatro Art’Imagem em 1992, desde então colaborou com vários grupos de teatro e dança, Teatro Art’Imagem, Cair-te, Arquipel, Nec, Drama Per Música, Companhia Instável, Centro de Dança do Porto, Seiva Trupe, Fábrica De Movimentos, etc.

Foi director técnico de vários festivais de teatro e dança: Serralves em Festa, Fazer a Festa – Festival Internacional de Teatro Para a Infância e Juventude, Festival de Teatro Cómico da Maia, Antiga, Mui Nobre, Sempre Leal e Invicta Cidade que Dança, do Fitei – Festival Internacional de Teatro de Expressão Ibérica, Festival em Obra Aberta na casa da música, Festival Internacional de Tangos da Cidade do Porto, etc.

Em 2001 fundou o Teatro da Palmilha Dentada e é desde então o director da companhia, assinando os textos e as encenações da maioria dos espectáculos.

Entre 2003 e 2006 foi autor de texto e fez a direcção artística dos programas de humor “Enigma” e “Palmilha News” que a Palmilha Dentada apresentou na Antena 1.

Ivo Bastos inicia o seu percurso como actor em 1996 no Teatro Acção, um grupo juvenil sediado na Maia. Em 1998 participa numa oficina de teatro dirigida por William Gavião que o convida para trabalhar profissionalmente no C.A.I.R.-T.E. Sob a direcção de William Gavião entra como actor em “Mulheres de Atenas” de Augusto Bual; “Sganarelo” de Molliére; “Comédia das comédias” de Jean Tardieu. Em 2001, no âmbito do Porto – Capital Europeia da Cultura, integra os elencos de “A Queima de Judas” com encenação de Alan Richardson e “Autocarro do amor”, pelo Art´Imagem, com encenação de Pedro Carvalho.

No final de 2001, juntamente com Ricardo Alves e Rodrigo Santos, cria o Teatro da Palmilha Dentada estreando “Piratas do Fio de Água”, participando desde então em todas as produções teatrais e radiofónicas da companhia. Paralelamente à companhia ainda participa em “A noite de reis” de William Shakespeare com encenação de Lee Beagley; “R.III” adaptação de “Ricardo III” de William Shakespeare por Paulo Calatré e encenação do mesmo, pelo Mau Artista; “Cântico de Natal” texto de Conor McPherson com encenação de Nelson Baskerville, “O Silenciador” de Jacinto Lucas Pires e “Delimvois” de Ruben Ruibal ambos dirigidos por Marcos Barbosa e produzidos pelo Teatro Oficina, sendo o ultimo uma coprodução com o Centro Dramático Galego.

Em curtas e longas-metragens entra em “E o Super-Homem não apareceu” de Manuel Vilarinho; “Idgrasil”, de Liliana Rocha; “Aguenta Rapaz” de Manuel Vilarinho; ” Cidade dos Homens” de Pedro Guedes; “A certeza da incerteza” de Patrícia Almeida; “Une nuit de chien ” de Werner Schroeter e “Assalto ao Santa Maria”, de Francisco Manso.

Rodrigo Santos começou a fazer Teatro Amador em 1996, estando ligado à fundação do Teatro Acção, sob a direcção de Carlos Frazão.

Até 1998 participa nas suas primeiras acções de formação teatral, através das oficinas de Teatro do Teatro Art’Imagem, no Festival Cómico Internacional da Maia, bem como nas oficinas de interpretação do C.A.I.R.Te, orientadas por William Gavião e Valdemar Santos.

Em 1999, ingressa na Faculdade de Direito da Universidade do Porto, onde aguenta até ao segundo ano, ficando com a frequência do mesmo.

Em 2001, sai da FDUP e ingressa na Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo, onde conclui bacharelato em 2007. Entre seminários e participações em espectáculos, trabalhou com Carlos Pessoa, Nikolaus Holz, António Durães, Pablo Rodriguez, Inês Vicente, Lee Beagley, Jorge Levi, António Carallo, Lúcia Ramos, João Henriques, Richard Thomes, Marina e Natália Pikoul, Cândido Pazó, John Britton, João Pedro Vaz, Vera Santos, Peter Michael Dietz, Paulo Calatré, Nuno Carinhas, Romulus Neagu, João Brites, José Carretas, Joana Antunes, Jorge Fraga, entre outros.

Ainda em 2001, funda, com Ivo Bastos e Ricardo Alves, o Teatro da Palmilha Dentada.

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